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Estatuto editorial

Projeto de Investigação (em contexto de Saúde Ocupacional) associado aos Conservadores- Restauradores de Obras de Arte, em Portugal

9 Novembro, 2019Artigos da Equipa Técnica

Santos M, Almeida A, Lopes C, Oliveira T. Projeto de Investigação (em contexto de Saúde Ocupacional) associado aos Conservadores- Restauradores de Obras de Arte, em Portugal. Revista Portuguesa de Saúde Ocupacional on line. 2019, volume 8, 1.2. DOI: 10.31252/RPSO.09.11.2019

 

TIPO DE ARTIGO: Equipa técnica 

 

Autores: Santos M(1), Almeida A(2), Lopes C(3), Oliveira T(4).

 

O setor da Conservação e Restauro como profissão é razoavelmente recente, pelo que ainda não foi alvo de atenção devida da parte da Saúde Ocupacional. São escassos os documentos que se encontram sobre o tema e, na sua maioria, foram redigidos por Conservadores-Restauradores e não por Médicos do Trabalho, Enfermeiros do Trabalho ou Técnicos de Segurança.

Encontraram-se dados relativos aos principais fatores de risco, com particular destaque para os agentes químicos, nomeadamente pigmentos (chumbo, arsénio, mercúrio, crómio, cádmio, zinco), aglutinantes/ vernizes/ adesivos e solventes. Não foram esquecidas as poeiras/ inalação de partículas; bem como eventual contato com bactérias, fungos, leveduras e insetos; tal como radiações diversas; questões relativas à visão (iluminância, contraste, esforço visual) e risco de incêndio/ explosão, secundários a alguns agentes químicos. Foram também descritas algumas doenças profissionais, bem como medidas de proteção coletivas e individuais.

Não se encontraram na bibliografia dados relevantes sobre doseamento dos agentes químicos mais tóxicos nos ambientes de trabalho da Conservação e Restauro, em geral e muito menos nos diversos subsetores (pintura, escultura, vidro, pedra, têxtil, joias) ou doseamentos séricos dessas mesmas substâncias (quando aplicável) numa amostra geral de profissionais do setor, expostos a esses agentes, muito menos com destaque a cada um dos subsetores atrás mencionados. De igual forma, não foi encontrada qualquer avaliação de risco, em função dos doseamentos obtidos e restante análise ao posto de trabalho, de forma a conseguir hierarquizar prioridades de intervenção e reavaliação da eficácia destas últimas, para determinar os passos seguintes a nível de gestão do risco ocupacional.

Seria muito pertinente que surgissem equipas motivadas para estudar esta área e colmatar parte das limitações encontradas, não desenvolvidas na literatura internacional.

Para esse efeito foi criado um questionário on line, que pode ser acedido e/ou reencaminhado através do link inserido no final deste documento ou obtendo o mesmo no site ou página de Facebook da Revista Portuguesa de Saúde Ocupacional, consultando este artigo ou a secção de “Investigação”.

Este questionário foi encaminhado também para instituições e empresas associados ao setor e convidam-se todos os profissionais da área a responder, bem como a encaminhar o mesmo para colegas, se adequado. Todos os dados são colhidos de forma anónima: nenhum profissional ou empresa serão identificados, pelo que poderão responder com total sinceridade.

Esperamos obter uma amostra com dimensão razoável, minimamente representativa da população que pretendemos estudar e os resultados serão publicados assim que possível.

https://forms.gle/RwcX2yKCRfEeFxnX9


Bibliografia

Santos M, Almeida A.  Principais Riscos e Fatores de Risco Ocupacionais dos Conservadores- Restauradores de Obras de Arte, bem como Doenças Profissionais associadas e medidas de Proteção recomendadas. Revista Portuguesa de Saúde Ocupacional on line. 2019, volume 8, 1-41. DOI: 10.31252/RPSO.01.11.2019

 

 

(1)Mónica Santos

Licenciada em Medicina; Especialista em Medicina Geral e Familiar; Mestre em Ciências do Desporto; Especialista em Medicina do Trabalho e Doutoranda em Segurança e Saúde Ocupacionais, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Presentemente a exercer nas empresas Medicisforma, Servinecra e Securilabor; Diretora Clínica das empresas Quercia e Gliese; Diretora da Revista Portuguesa de Saúde Ocupacional on line. Endereços para correspondência: Rua Agostinho Fernando Oliveira Guedes, 42, 4420-009 Gondomar. E-mail: s_monica_santos@hotmail.com.

(2)Armando Almeida

Doutorado em Enfermagem; Mestre em Enfermagem Avançada; Especialista em Enfermagem Comunitária; Pós-graduado em Supervisão Clínica e em Sistemas de Informação em Enfermagem; Docente na Universidade Católica Portuguesa, Instituto da Ciências da Saúde – Escola de Enfermagem (Porto); Diretor Adjunto da Revista Portuguesa de Saúde Ocupacional on line. 4420-009 Gondomar. E-mail: aalmeida@porto.ucp.pt.

(3)Catarina Lopes

Licenciada em Enfermagem, desde 2010, pela Escola Superior de Saúde Vale do Ave. A exercer funções na área da Saúde Ocupacional desde 2011 como Enfermeira do trabalho autorizada pela Direção Geral de Saúde, tendo sido a responsável pela gestão do departamento de Saúde Ocupacional de uma empresa prestadora de serviços externos durante 7 anos. Atualmente acumula funções como Enfermeira de Saúde Ocupacional e exerce como Enfermeira Generalista na SNS24. Encontra-se a frequentar o curso Técnico Superior de Segurança do Trabalho. 4715-028. Braga. E-mail: catarinafflopes@gmail.com

(4)Tiago Oliveira

Licenciado em Enfermagem pela Universidade Católica Portuguesa. Frequenta o curso de Técnico Superior de Segurança no Trabalho. Atualmente exerce a tempo inteiro como Enfermeiro do Trabalho. No âmbito desportivo desenvolveu competências no exercício de funções de Coordenador Comercial na empresa Academia Fitness Center, assim como de Enfermeiro pelo clube de futebol União Desportiva Valonguense. 4435-718 Baguim do Monte. E-mail: tiago_sc16@hotmail.com.

 

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