Cancro Esofágico associado ao Trabalho

Santos M, Almeida A, Lopes C.  Cancro Esofágico associado ao Trabalho. Revista Portuguesa de Saúde Ocupacional online. 2022, volume 14, 1-7. DOI: 10.31252/RPSO.02.07.2022 ESOPHAGEAL CANCER ASSOCIATED WITH WORK   TIPO DE ARTIGO: Artigo de Revisão   AUTORES: Santos M(1), Almeida A(2), Lopes C(3).   RESUMO Introdução/enquadramento/objetivos Existem patologias oncológicas em que se acredita que algumas exposições…

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Silicose

As pneumoconioses são as doenças profissionais mais frequentes. A Silicose é causada pela inalação de Sílica cristalina respirável. Trata-se de uma patologia pulmonar fibronodular intersticial difusa.

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Trabalho e Suicídio

Por vezes surgem notícias relativas a numerosos casos de suicídio dentro de um mesmo empregador, pelo que se fica a ponderar que relações na realidade podem existir entre o Trabalho e este evento.

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Bissinose

Parte dos profissionais a exercer na Saúde e Segurança Ocupacionais não teve oportunidade de trabalhar em empresas com risco de Bissinose, pelo que uma fração destes não terá grandes conhecimentos sobre esta patologia.

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Epilepsia versus Saúde e Segurança Ocupacionais

Não é raro que durante o exame de Saúde Ocupacional o trabalhador refira ter epilepsia, facto esse que, em determinados contextos laborais, poderá implicar um risco de acidente eventualmente grave, surgindo, por vezes, algumas dúvidas em como classificar a aptidão, mantendo o sigilo médico e simultaneamente informando (empregador/chefia/recursos humanos) que tarefas deverão ser evitadas.

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Capacidade de Trabalho

O conceito em si não é exótico para os profissionais da Saúde e Segurança Ocupacionais, nem incluiu considerações muito complexas e que não estejam parcialmente assimiladas; contudo, nem todos terão aprofundado o tema, pelo que surgiu a necessidade de elaborar uma revisão que colmatasse tal.

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Rotatividade nas Tarefas Laborais: Vantagens, Desvantagens e Técnicas Subjacentes

O interesse em aplicar alguma rotatividade para atenuar alguns fatores de risco laborais é mencionado há já muito tempo mas, na realidade, a generalidade dos profissionais a exercer em equipas de Saúde Ocupacional não apresenta experiência na elaboração destes esquemas e, porventura, até poderá desconhecer que existem algoritmos informáticos que poderão objetivar de forma um pouco mais científica todo o processo.

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