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Estatuto editorial

O Regresso ao Trabalho e o Cancro!

27 Março, 2026Artigos de Opinião

Sousa A, Avelar A, Tolentino D, Ramos I. O Regresso ao Trabalho e o Cancro. Revista Portuguesa de Saúde Ocupacional online. 2025; esub0552. DOI: 10.31252/RPSO.28.03.2026

 

BACK TO WORK AND CANCER!

 

TIPO DE ARTIGO: Artigo de Opinião

Autores: Sousa A(1), Avelar A(2), Tolentino D(3), Ramos I(4).

RESUMO

Introdução

Até 2040, estima-se que o número de casos de cancro aumente progressivamente, devido ao envelhecimento, crescimento da população e estilos de vida. O diagnóstico precoce e aumento da eficácia dos tratamentos disponíveis, contribuem para a existência de um número crescente de sobreviventes, especialmente os indivíduos em idade ativa. Este artigo de opinião procura sensibilizar e refletir acerca do regresso ao trabalho após o diagnóstico de cancro e o papel da Saúde Ocupacional nestes casos.

Discussão

O número crescente de indivíduos em idade ativa com cancro, experiencia vários desafios antes, após e durante o regresso ao trabalho. Este é influenciado por fatores como o estadio tumoral, tipo de tumor, tipo de tratamento, idade, atividade laboral, relação com os colegas e chefia e estatuto socioeconómico. A capacidade de regressar e permanecer no trabalho pode constituir um marcador de recuperação e um sinal de normalidade. O médico do trabalho, juntamente com os restantes profissionais da Saúde Ocupacional, podem ser determinantes, especialmente, se intervirem precocemente, e facilitar a (re)construção da confiança do trabalhador para o regresso.

Conclusão

O impacto de um diagnóstico de cancro deve ser abordado de forma multidisciplinar, incluindo a Saúde Ocupacional e o empregador, de forma a facilitar o regresso ao trabalho e preservar a capacidade de trabalho. Contudo, ainda são necessários mais estudos para compreender o impacto laboral após o diagnóstico de cancro, particularmente no tecido empresarial português.

PALAVRAS-CHAVE: Regresso ao Trabalho, Cancro, Medicina do Trabalho, Enfermagem do Trabalho, Segurança do Trabalho, Capacidade de Trabalho.

 

ABSTRACT

Introduction

By 2040, it is estimated that the number of cancer cases will progressively increase due to aging, population growth, and lifestyle changes. Early diagnosis and improved effectiveness of available treatments contribute to the existence of a growing number of survivors, especially individuals of working age. This opinion article seeks to raise awareness and reflect on the return to work after a cancer diagnosis and the role of Occupational Health in these cases.

Discussion

The increasing number of individuals of working age with cancer face several challenges before, during, and after returning to work. This is influenced by factors such as tumor stage, type of tumor and treatment, age, work activity, relationships with colleagues and management, and socioeconomic status. The ability to return to and remain at work can serve as a marker of recovery and a sign of normalcy. The occupational physician, along with other occupational health professionals, can be decisive, especially if they intervene early, and facilitate the (re)building of the worker’s confidence for the return.

Conclusion

The impact of a cancer diagnosis should be addressed in a multidisciplinary manner, including Occupational Health and the employer, to facilitate the return to work and preserve work capacity. However, further studies are still needed to understand the work-related impact after a cancer diagnosis, particularly in the Portuguese business environment.

KEYWORDS: Return to Work, Cancer, Occupational Medicine, Occupational Nursing, Occupational Safety, Work Capacity.

 

Introdução

Até 2040, estima-se que o número de casos de cancro aumente progressivamente, devido ao envelhecimento, crescimento da população e estilos de vida (1). O diagnóstico precoce e aumento da eficácia dos tratamentos disponíveis, contribuem para a existência de um número crescente de sobreviventes, especialmente os indivíduos em idade ativa (2) (3) (4). Se por um lado, um maior número de casos pode significar, que mais trabalhadores possam apresentar mudanças na sua capacidade de trabalho, por outro lado, também é verdade, que a evolução do conhecimento científico, permite que este regresso se possa realizar de forma mais precoce e com maior probabilidade de permanecer no trabalho (4).

Assim, procura-se com o presente artigo de opinião sensibilizar e refletir acerca do regresso ao trabalho após o diagnóstico de cancro e o papel da Saúde Ocupacional.

 

Discussão

Visão global

Segundo dados da International Agency for Research on Cancer e a Organização Mundial da Saúde (1), em 2020, o número de novos casos, em ambos os sexos e todas as idades, foi com maior frequência, de cancro da mama, do pulmão e colorretal. Em Portugal (2020), destacam-se como novos casos, em ambos os sexos e todas as idades, de cancro colorretal, da mama e da próstata, sendo que, o número de mortes também foi mais significativo nestes cancros.

Estima-se que 40% dos sobreviventes do cancro tenham menos de 65 anos, sendo que, 35% têm entre 40 e 64 anos, faixas etárias onde as questões relacionadas com o trabalho desempenham um papel crucial nas suas vidas (2).

 

Impacto do diagnóstico de cancro

O impacto da doença oncológica relaciona-se com a história natural da doença, existência de sintomas variados e variáveis ao longo do tempo, hospitalizações, tipo de tratamento (quimioterapia, radioterapia, cirurgia) e lesões secundárias a estes (por exemplo, incontinências urinária e fecal, ostomia e linfedema do membro superior) (4) (5) (6) (7). Ressalva-se, que o mesmo não se esgota no momento do diagnóstico, podendo afetar a produtividade laboral durante vários anos após o início do tratamento, incluindo absentismo, presentismo e diminuição da capacidade de trabalho (8).

Classicamente, os sintomas físicos são os mais reconhecidos como modificadores da qualidade de vida, prognóstico e sobrevivência (9) e acompanham os indivíduos em todas as fases da doença. Dois dos sintomas mais relevantes e potencialmente prolongados no tempo são a astenia, muitas vezes incompreendido pelos familiares e colegas, bem como a dor (4). Esta última pode estar relacionada com o tipo de cancro, exames de diagnóstico e tratamento, e sabe-se que cerca de um terço dos indivíduos com cancro tem dor crónica, que se associa com maior probabilidade à ansiedade e depressão (4).

O impacto psicológico abrange aspetos como o sofrimento, capacidade funcional, relações interpessoais, adesão ao tratamento e o medo da recorrência do cancro (9) (10), afetando cerca de 75% dos indivíduos com neoplasia (9). Os sobreviventes de doenças oncológicas podem relatar alterações na atenção, memória, aprendizagem de novos dados e análise de informação e a autoperceção destas limitações, percecionadas como negativas, podem-se associar a perda de produtividade no trabalho e menor confiança para regressar ao mesmo (4).

 

O regresso como marcador de recuperação

Qual é o impacto do regresso ao trabalho para os trabalhadores com cancro? Para responder a isto, é importante compreender que cada indivíduo perceciona o mundo do trabalho consoante os seus valores, significados e objetivos de vida. A dimensão laboral pode ser definidora da identidade individual, perceção do papel de cada pessoa na sociedade e agregado familiar e, intimamente interligado à estabilidade financeira (2) (4). O diagnóstico de uma doença oncológica implica uma mudança nesta dimensão e existem várias razões que motivam os trabalhadores ao regressar, tais como, sentir-se útil na empresa e sociedade, contribuir para o serviço, regressar à normalidade e, nalguns casos, o absentismo laboral associado ao impacto financeiro (com perda de rendimentos) pode fazer com a pessoa sinta necessidade de regressar precocemente.

Os fatores que podem condicionar o regresso são os sintomas, o tipo de cancro, estadio, tratamento, ambiente e funções laborais e relação com colegas e chefia. Os que facilitam são, por exemplo, ter um nível educacional superior, ausência de cirurgia, poucos sintomas, apoio da equipa e serviços ocupacionais e flexibilidade no horário (4) (10). A relação com os colegas e chefia, nomeadamente, a perceção de que o trabalhador vai ser apoiado, integrado na equipa, reconhecimento de que podem existir dificuldades em realizar as tarefas, abertura para partilha de pensamentos e emoções, flexibilidade da chefia, ambiente não punitivo ou discriminatório, desempenha uma parte significativa, visto que, será para este ambiente que o trabalhador irá regressar após uma situação de saúde que o colocou frente a frente com a fragilidade humana. Contudo, os colegas de trabalho podem apresentar dificuldades em trabalhar com os mesmos, visto que podem não saber como ajudar ou agir perante a situação (11).

Ainda assim, a perspetiva após o diagnóstico é positiva, dado que cerca de metade a 75% dos indivíduos regressa ao trabalho (4). Esta capacidade de regressar e permanecer no trabalho pode constituir um marcador de recuperação, um sinal de normalidade, retorno do bem-estar e de sentimento de contribuição para a sociedade e empresa (2) (3). Acrescenta-se que este regresso é classificado como o terceiro aspeto mais importante da qualidade de vida (5), dado que esta tende a ser superior nos indivíduos que regressaram às suas funções habituais e, aqueles que retornaram ao trabalho após um ano, apresentaram menor probabilidade de depressão e ansiedade (2).

 

Papel da Saúde Ocupacional

Habitualmente um diagnóstico de cancro implica uma série de atos e decisões cujo objetivo final será o de aumentar a probabilidade de sobrevivência do indivíduo e, nalguns casos, minimizar o sofrimento na fase final da vida. Neste processo, os sobreviventes de cancro encontram múltiplos profissionais de saúde. Por um lado, o médico assistente tem um papel direto no diagnóstico e tratamento, por outro, o médico do trabalho assume um papel indireto nestas etapas. Contudo, na tomada de decisões sobre o retorno ao trabalho estas responsabilidades invertem-se (7). O médico do trabalho, juntamente com os restantes profissionais da Saúde Ocupacional, podem ser determinantes, especialmente, se intervirem precocemente, após o conhecimento de um trabalhador com neoplasia e facilitar a (re)construção da confiança do mesmo para o regresso e permanência no posto de trabalho (3) (7).

A principal forma de intervir do Médico do Trabalho é através da identificação das barreiras que possam impedir o regresso e avaliação da aptidão para o trabalho, em particular com a realização de exame ocasional após ausência superior a trinta dias. O objetivo é garantir que os trabalhadores estejam capazes de desempenhar as suas tarefas, de acordo com o seu estado de saúde e função, sem agravamento dos sintomas relacionados com a doença, e desta forma, criar uma ponte entre o trabalhador e o empregador (7). Todavia, as adaptações que sejam necessárias realizar podem depender da dimensão da empresa e cultura organizacional, para instituição de medidas como a recolocação, reconversão, retorno parcial, flexibilidade de horário e locais de repouso no local de trabalho (10) (12). Uma outra ferramenta da Saúde Ocupacional é a sensibilização para esta temática, fomentando a educação entre colegas, chefias e empregador, contribuindo para a literacia organizacional.

Ainda assim, sugere-se uma maior colaboração multidisciplinar entre quem cuida do trabalhador, especialmente, as equipas dedicadas ao diagnóstico e tratamento da doença oncológica e a Saúde Ocupacional, com o envolvimento ativo desta última, no plano de reinserção no local de trabalho, através da partilha de informação e acompanhamento dos casos. Este pode permitir selecionar o momento mais oportuno para regressar ao trabalho e preparar esse mesmo regresso, incluindo neste processo os colegas e as chefias.

 

Conclusão

Os indivíduos com doença oncológica enfrentam vários desafios antes, após e durante o regresso ao trabalho. A Saúde Ocupacional dever ser incluída na abordagem destes casos, de forma a agilizar e facilitar o retorno ao local de trabalho, melhorar a qualidade de vida e preservar a capacidade de trabalho. Contudo, ainda são necessários mais estudos para compreender o impacto laboral após o diagnóstico de cancro, particularmente no tecido empresarial português.

 

QUESTÕES ÉTICAS E LEGAIS

Sem conflitos de interesse a declarar.

 

Bibliografia

1 – International Agency for Research on Cancer. Global Cancer Observatory [Internet]. 2025. [citado 2025 maio]. Disponível em: https://gco.iarc.fr/

2 – So S, Ng D, Liao Q, Fielding R, Soong I, Chan K et al. Return to Work and Work Productivity During the First Year After Cancer Treatment. Frontiers in Psychology. 2022. 13:866346. doi: 10.3389/fpsyg.2022.866346.

3 – Bakker C, Anema J, Huirne J, Twisk J, Bonjer H, Schaafsma F. Predicting return to work among patients with colorectal cancer. British Journal of Surgery. 2020. 107(1):140-148. doi: 10.1002/bjs.11313.

4 – Santos M, Almeida A. Regresso ao posto de trabalho após patologia oncológica. Revista Portuguesa de Saúde Ocupacional. 2016. 1: 131-136. doi:10.31252/RPSO.10.03.2016

5 – American Cancer Society. Colorectal Cancer – Risk Factors and Prevention [Internet]. 2025. [citado 2025 maio]. Disponível em: https://www.cancer.net/cancer-types/colorectal-cancer/risk-factors-and-prevention

6 – Butow P, Laidsaar-Powell R, Konings S, Lim C, Koczwara B. Return to work after a cancer diagnosis: a meta-review of reviews and a meta-synthesis of recent qualitative studies. Journal of Cancer Survivorship. 2020. 14(2):114-134. doi: 10.1007/s11764-019-00828-z.

7 – Shim H, Lee C, Yu E, Park B, Yang E. Cancer Survivors and Returning to Work Perspectives from Occupational Health Physicians in Korea. Journal of Korean Medical Science. 2019. 34(11):e98. doi 10.3346/jkms.2019.34.e98

8 – Fitzmaurice C, Abate D, Abbasi N, Abbastabar H, Abd-Allah F, Abdel-Rahman O et al. Global, Regional, and National Cancer Incidence, Mortality, Years of Life Lost, Years Lived With Disability, and Disability-Adjusted Life-Years for 29 Cancer Groups, 1990 to 2017: A Systematic Analysis for the Global Burden of Disease Study. JAMA Oncology. 2019. 5(12): 1749-1768. doi: 10.1001/jamaoncol.2019.2996.

9 – Kocarnik J, Compton K, Dean F, Fu W, Gaw B, Harvey J et al. Cancer Incidence, Mortality, Years of Life Lost, Years Lived With Disability, and Disability-Adjusted Life Years for 29 Cancer Groups From 2010 to 2019: A Systematic Analysis for the Global Burden of Disease Study 2019. JAMA Oncoloy. 2022. 8(3): 420-444. doi: 10.1001/jamaoncol.2021.6987.

10 – Majda A, Szul N, Kołodziej K, Wojcieszek A, Pucko Z, Bakun K. Influence of Spirituality and Religiosity of Cancer Patients on Their Quality of Life. International Journal of Environmental Research and Public Health. 2022. 19(9): 4952. doi: 10.3390/ijerph19094952.

11 – Verbeek J, Spelten E, Kammeijer M, Sprangers M. Return to work of cancer survivors: a prospective cohort study into the quality of rehabilitation by occupational physicians. Occupational & Environmental Medicine. 2003.60(5):352-7. doi: 10.1136/oem.60.5.352.

12 – Rollin L, Blasi G, Boucher L, Bouteyre E, Gehanno J. Return-to-work support in cancer patients: Which methodology? Bulletin du Cancer. 2020.107(2):200-208. doi: 10.1016/j.bulcan.2019.10.006.

 

 

 

 

(1)Alexandra Sousa

Médico Interno de Formação Específica de Medicina do Trabalho no Serviço de Saúde Ocupacional da Unidade Local de Saúde do São José. MORADA COMPLETA PARA CORRESPONDÊNCIA DOS LEITORES: Serviço de Saúde Ocupacional; Alameda Santo António dos Capuchos, 1169-050 Lisboa. E-MAIL: 77373@ulssjose.min-saude.pt. Nº ORCID: https://orcid.org/0009-0007-0805-204X

-CONTRIBUIÇÃO PARA O ARTIGO: aquisição de dados, revisão bibliográfica, conceção e redação do manuscrito

(2)Alina Avelar

Médico Interno de Formação Específica de Medicina do Trabalho no Serviço de Saúde Ocupacional da Unidade Local de Saúde do São José. 1169-050 Lisboa. E-MAIL: alina.avelar@ulssjose.min-saude.pt. Nº ORCID: https://orcid.org/0009-0002-9390-342X

-CONTRIBUIÇÃO PARA O ARTIGO: revisão do manuscrito

(3)Daniela Tolentino

Assistente Hospitalar de Medicina do Trabalho, Serviço de Saúde Ocupacional da Unidade Local de Saúde do São José. 1169-050 Lisboa. E-MAIL: daniela.tolentino@ulssjose.min-saude.pt

-CONTRIBUIÇÃO PARA O ARTIGO:  revisão do manuscrito

(4)sabel Ramos

Assistente Hospitalar Graduada de Medicina do Trabalho e Medicina Interna; Peritagem Médica da Segurança Social; Responsável do Serviço de Saúde Ocupacional da Unidade Local de Saúde de São José. 1169-050 Lisboa. E-MAIL: isabel.ramos@ulssjose.min-saude.pt

-CONTRIBUIÇÃO PARA O ARTIGO: revisão do manuscrito

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