ASSESSMENT AND CONTROL OF OCCUPATIONAL RISKS IN HOSPITAL MORGUES
TIPO DE ARTIGO: Artigo de Opinião
AUTORES: Sousa M(1), Mendes C(2), Lança A(3), Paixão S(4), Ferreira A(5).
INTRODUÇÃO
O ambiente hospitalar é complexo e apresenta um grande número de riscos para os seus trabalhadores (1). Genericamente, num hospital existe exposição a fatores de risco inespecíficos (como queda duma escada ou num pavimento escorregadio), passíveis de surgir em qualquer outro ambiente de trabalho e fatores de risco mais específicos (picadas, cortes ou perfurações com material corto-perfurante eventualmente infetado com agentes biológicos relevantes, exposição a agentes químicos, radiações ionizantes e não ionizantes, fatores de risco de natureza mecânica, bem como relacionados com questões ergonómicas, nomeadamente movimentação manual continuada de doentes dependentes) (2). O risco de um profissional de saúde contrair doenças relacionadas com o trabalho é cerca de 1,5 vezes maior do que o risco de todos os demais trabalhadores (3). Diversos autores subdividem-se os fatores de risco em quatro grupos, consoante a natureza física, química, biológica e psicossocial (2) (4) (5).
O presente artigo centrou-se nos serviços das morgues hospitalares.
MORGUES HOSPITALARES E O AMBIENTE DE TRABALHO
O objetivo primordial deste estudo é avaliar os riscos ocupacionais a que os trabalhadores das morgues hospitalares estão expostos.
As morgues hospitalares são uma parte importante de cada hospital, na medida em que trata da preservação do cadáver para que os clínicos forenses, assim como os patologistas e os restantes profissionais possam investigar a causa da morte e fazer pesquisas científicas. Um complexo mortuário cuidadosamente planeado, é de grande benefício para todos aqueles que entram em contacto com ele, ou seja, policiais, médicos, estudantes, profissionais de saúde e parentes de falecidos (6). Estes funcionários, estão particularmente expostos a doenças infeciosas adquiridas profissionalmente (7); destacando-se também os contexto químico, psicossocial, mecânico e ergonómico (8). Saúde, segurança e prevenção de infeção, são vitais em morgues hospitalares. (9).
FASES DA AVALIAÇÃO DE EXPOSIÇÃO A FATORES DE RISCO
A identificação do perigo, a análise e a avaliação do risco, são as três etapas do processo global de apreciação do risco e que são apresentadas na figura 1 de acordo com a ISO 31000:2003. Este processo de apreciação permite avaliar o risco para a saúde e segurança dos trabalhadores no trabalho, resultantes das circunstâncias de ocorrência de um perigo no local de trabalho. O resultado desta avaliação permite tomar as decisões no que respeita às medidas necessárias a serem providenciadas com a finalidade proteger os trabalhadores (10). Pretende-se que esta avaliação seja um exame sistemático que inclua todos os aspetos do trabalho, considerando todos os elementos perigosos e fatores que contribuem para esse perigo e que podem provocar ferimentos ou danos, verificar ainda se esses mesmos fatores podem ser eliminados e se as medidas preventivas são eficazes ou não no controlo do risco (11)– ver Figura 1.
AMBIENTE DE TRABALHO E RISCOS PROFISSIONAIS ASSOCIADOS
Em relação ao risco físico, este inclui, o ambiente térmico (exposição a temperaturas baixas devido às características do espaço, nomeadamente a presença de câmaras frigoríficas, em que os trabalhadores poderão sentir alterações dermatológicas, irritação ocular, fadiga, desidratação e pior coordenação motora), a iluminação (espaços de trabalho normalmente com níveis insuficientes de iluminação, em que o trabalhador pode adquirir fadiga visual e adoção de posturas inadequadas) e o ruído (exposição continuada ao ruído, ainda que geralmente pouco intenso, devido ao funcionamento das câmaras frigoríficas em que a consequência será, nas situações mais graves, desconcentração, irritabilidade e diminuição da acuidade auditiva). No que diz respeito ao risco mecânico, poderá haver choque ou impacto com objetos, nomeadamente, na transferência de cadáveres, manipulação do carro elevatório, pela exiguidade do espaço e nas câmaras frigoríficas ou queda de objetos sobre os trabalhadores (por exemplo a queda da tábua de suporte de cadáveres das câmaras frigoríficas superiores). Relativamente aos riscos elétricos (procedimentos de limpeza junto aos fios elétricos e junto às câmaras frigoríficas), as consequências para os trabalhadores poderá ser eletrocussão (contacto direto).Quanto aos riscos psicossociais, poderá haver sobrecarga de trabalho para os trabalhadores que realizam as suas tarefas de forma continuada e sem pausas de trabalho, provocando stress, cansaço, falta de concentração e irritabilidade. No entanto, estes trabalhadores também lidam com a morte, proporcionando tal desencadear stress, depressão, sofrimento e angústia.
Importa ressaltar que existe colaboração entre os trabalhadores das morgues hospitalares e os trabalhadores das agências funerárias; ou seja, os funcionários das morgues preservam o cadáver e procedem à higienização e os elementos das agências funerárias vestem o cadáver e ajudam na transferência do mesmo.
Os perigos relacionados com as transferências de cadáveres e elevação do carro elevatório são a movimentação manual de cargas. Relativamente à higienização do cadáver, acrescentam-se os fatores de risco biológicos e químicos.
A implementação das Precauções Básicas do Controlo da Infeção (PBCI) é uma grande aliada para a proteção dos trabalhadores. A higiene das mãos é considerada uma das medidas mais importantes para a redução da transmissão de agentes infeciosos, nomeadamente após o manuseamento dos cadáveres. A utilização de EPI (Equipamentos de Proteção Individual), respetivamente, os aventais de plástico descartáveis, batas descartáveis, luvas de nitrilo, máscaras de proteção, óculos de proteção com proteção lateral e calçado adequado, proporciona proteção adequada aos profissionais de saúde, de acordo com o risco associado ao procedimento a efetuar (12). Após o uso dos EPI, estes deverão ser descartados como resíduos do grupo III (resíduos biológicos). O ambiente de trabalho deve estar livre de objetos e equipamentos desnecessários a fim de facilitar o processo de higienização (previamente descrito em planos específicos) e ocorrência de acidentes relacionados com fatores de risco mecânico (13).
ANÁLISE CRÍTICA E CONSIDERAÇÕES FINAIS
Verifica-se que em consequência desta exposição ocupacional, a saúde dos trabalhadores poderá ser comprometida. Face ao exposto, os fatores de risco com mais significado, e que carecem de maior intervenção, são os riscos biológicos, ergonómicos e mecânicos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- Brás D, Gonçalves C. Avaliação de Riscos no Laboratório de Urgência. Coimbra; 2006.
- Lança A, Cardoso M, Morais A., Sousa U. Avaliação do Risco de Manuseamento de Resíduos Hospitalares. Faculdade de Medicina de Coimbra; 2006.
- Graciela S, Mário C, Sandra M. Gestão dos Riscos Profissionais em Estabelecimentos de Saúde O. Feveiro de. Ministério da Saúde, Administração Regional da Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, IP. Lisboa; 2010. 52 p.
- Batawi A. Occupational Health. World Health Organizations. 2001.
- Mauro C, Muzi D, Guimarães M, Mauro C. Riscos Ocupacionais em Saúde. Revista Enfernagem UERJ. 2004;12:338–45.
- Sharad H, Gajuryal B. Mortuary Service in Hospital 57 p.
- Ruslin N. Occupational risk in healthcare. Vol. 7211994. Malásia; 66 p.
- Sepkowitz A, Eisenberg L. Occupational deaths among healthcare workers. Emerg Infect Dis. 2005;11(7):1003–8.
- Department of Health. Care and Respect in Death: good practice guidance for NHS Mortuary Staff. 10 Aug 200. Good Practice Guidance for NHS Mortuary Staff. London; 2006. 44 p.
- Helena G, Jorge B, Olga N, Nélson C, Maria A. Avaliação Do Risco De Exposição a Agentes Biológicos : Reprodutibilidade Dos Métodos Em Matadouros. Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto; 2016.
- Jorge A. Princípios Da Gestão De Risco Da NP Iso 31000. Instituto Superior de Educação e Ciências; 2013.
- George M. Precauções Básicas do Controlo da Infeção (PBCI) [Internet]. Lisboa; 2013. Report No.: 029/2012. Available from: www.dgs.pt
- Cardoso O, Costa F, Navarro M. A. Biossegurança e desastres: Conceitos, prevenção, saúde pública e manejo de cadáveres. Physis Revista de Saúde Coletiva. 2012;1523–42.
Figura 1 – Fluxograma genérico da gestão do risco, de acordo com ISO 31000:2013

Quadro 1 – Fatores de risco associado ao ambiente de trabalho das morgues hospitalares
| NATUREZA DO FATOR DE RISCO | DESCRIÇÃO | CONSEQUÊNCIAS |
| Física | Ambiente Térmico (exposição a temperaturas baixas devido às características do espaço, nomeadamente a presença de câmaras frigoríficas) | Ambiente Térmico: alterações cutâneas, irritação ocular, arrepios, fadiga, desidratação
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| Iluminação (espaços de trabalho normalmente com níveis insuficientes de iluminação) | Iluminação: Fadiga visual, adoção de posturas inadequadas | |
| Ruído (Exposição continuada ao ruído, devido ao funcionamento das câmaras frigoríficas) | Ruído: Desconcentração, irritabilidade, diminuição da acuidade auditiva | |
| Mecânica | Choque ou impacto (na transferência de cadáveres, manipulação do carro elevatório, exiguidade do espaço, nas câmaras frigoríficas) | Choque ou impacto: Fraturas, esmagamento |
| Queda de objetos sobre trabalhadores (por exemplo, na queda da tábua de suporte de cadáveres das câmaras frigoríficas superiores) | Queda de objetos sobre trabalhadores: Fraturas, hematomas | |
| Elétrica | Contacto direto | Contacto direto: Eletrocussão (procedimentos de limpeza junto aos fios elétricos e junto às câmaras frigoríficas) |
| Psicossocial | Sobrecarga de trabalho (Preparação de cadáveres sem pausas de trabalho) | Sobrecarga de trabalho: Stress, cansaço, falta de concentração, irritabilidade |
| Lidar com a morte (Atendimento às famílias, sensibilizar as famílias, sensibilização com crenças religiosas) | Lidar com a morte: Stress, depressão, sofrimento, angústia |
Quadro 2 – Principais tarefas e riscos profissionais associados
| TAREFAS | PERIGO/DESCRIÇÃO | RISCO | GRUPO DE FATORES DE RISCO | ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO | |
| Transferir o cadáver para o carro elevatório
O cadáver é retirado da câmara frigorífica e transferido para o carro, de forma a proceder à higienização do cadáver |
Mobilização e transferência de cadáveres |
Posturas de esforço e inadequadas
Tensão em algumas zonas do corpo
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Ergonómico | Formação aos trabalhadores sobre ergonomia e movimentação manual de cargas | |
| Movimentação manual de cargas | Choque e pancadas contra objetos e equipamentos | Mecânico | |||
| Retirar o lençol e o saco onde está colocado o cadáver
O cadáver vem do serviço de origem e com o processo de múmia, onde posteriormente é colocado no saco e com um lençol a cobrir o cadáver |
Mobilização e transferência de cadáveres |
Posturas de esforço e inadequadas
Tensão em algumas zonas do corpo
|
Ergonómico | Formação aos trabalhadores sobre ergonomia e movimentação manual de cargas | |
| Movimentação manual de cargas | Choque e pancadas contra objetos e equipamentos
|
Mecânico | |||
| Elevar o carro elevatório para altura adequada à altura do trabalhador para começar o processo (já com o cadáver colocado) | Mobilização/Sustentação e transferência de cadáveres | Posturas de esforço e inadequadas
Tensão em algumas zonas do corpo |
Ergonómico | Formação aos trabalhadores sobre ergonomia e movimentação manual de cargas | |
| Movimentação manual de cargas | Choque e pancadas contra o equipamento
|
Mecânico | |||
| Higienizar o cadáver
Processo de higienização e preservação do cadáver |
Postura de trabalho em pé durante as tarefas desempenhadas | Lesões músculo-esqueléticas
Tensões em algumas zonas do corpo
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Ergonómico
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Formação aos trabalhadores sobre ergonomia e movimentação manual de cargas
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| Mecânico | |||||
| Manipulação do cadáver (Pentear, tamponamento do nariz e boca, vestir o cadáver, limpeza facial e nos pulsos)
Exposição continuada a agentes biológicos
Manipulação de objetos corto-perfurantes |
Contaminação/Contacto de agentes biológicos
Possibilidade de infeção |
Biológico
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Cumprimento normas de segurança e uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI)
Formação aos trabalhadores sobre boas práticas no contexto da segurança e saúde e prevenção da infeção
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| Manuseamento de produtos químicos
Exposição de agentes químicos |
Contaminação/Contacto
Inalação de produtos químicos
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Químico
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Formação aos trabalhadores sobre boas práticas no contexto da segurança e saúde e prevenção da infeção
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| Transferir o cadáver para a urna (colaboração com o trabalhador da agência funerária)
Depois da preparação do cadáver, é transferido para a urna |
Mobilização/Sustentação e transferência de cadáveres | Posturas de esforço e inadequadas | Ergonómico |
Formação aos trabalhadores sobre ergonomia
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| Movimentação manual de cargas | Choque e pancadas contra objetos e equipamentos | Mecânico |
Formação aos trabalhadores e movimentação manual de cargas
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| Manusear resíduos biológicos e materiais corto-perfurantes | Possibilidade de contato com agentes biológicos | Contacto com agentes biológicos
Contaminação cruzada |
Biológico | Formação aos trabalhadores sobre boas práticas no contexto da segurança e saúde e prevenção da infeção | |
| Higienizar o espaço | Inalação de produtos químicos
Libertação de aerossóis |
Contacto com agentes químicos | Químico | Formação aos trabalhadores sobre boas práticas no contexto da segurança e saúde e prevenção da infeção |
(1)Marta Isabel Lopes de Sousa
Estudante da Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Coimbra, na licenciatura de Saúde Ambiental. Atualmente frequenta o 4º ano de licenciatura. Estagiou no Centro Hospital e Universitário de Coimbra na área de Saúde Ocupacional durante 7 semanas, pertenceu à comissão organizadora da SCAS (Semanas das Ciências Aplicadas à Saúde) e pertenceu à comissão organizadora do 3rd Annual Meeting na Escola Superior de Tecnologias de Saúde de Coimbra. Publicou individualmente e em colaboração, vários trabalhos na Poster Week. Olhão. E-MAIL: mils.1995@hotmail.com
(2)Catarina Mendes
Estudante da Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Coimbra, na licenciatura de Saúde Ambiental. Atualmente frequenta o 4º ano de licenciatura. Estagiou no Centro Hospital e Universitário de Coimbra na área de Saúde Ocupacional durante 7 semanas, pertenceu à comissão organizadora da SCAS (Semanas das Ciências Aplicadas à Saúde) e pertenceu à comissão de Apoio ao Estudante e voluntariado da Associação de Estudantes da Escola Superior de Tecnologias de Saúde de Coimbra. Publicou individualmente e em colaboração, vários trabalhos na Poster Week. Morada completa para correspondência dos leitores: Rua da Saudade nº 25, Vale de Açores, 3450-213 Mortágua, Viseu. E-MAIL: catarinamendes26@hotmail.com
(3)Ana Catarina Lança
Licenciada em Saúde Ambiental, pela ESTES Coimbra, Técnica Superior Segurança no Trabalho, Mestre em Saúde Ocupacional pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e Especialista em Saúde Ambiental reconhecida pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra. Desempenhou funções como Técnica de Saúde Ambiental no Centro Regional de Saúde Pública da Administração Regional de Saúde do Centro e desempenhou funções como Técnica Superior de Segurança no Trabalho no CROC, S.A. (Instituto Português de Oncologia FG, Coimbra), tendo iniciado funções no Centro Hospitalar de Coimbra (atual Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, E.P.E.) em 2004, onde permanece até à presente data. Pertenceu ao Núcleo de Apoio Técnico e Consultivo da Comissão de Controlo da Infeção, Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E. entre 2008 e 2013. Foi Orientadora de Estágios de Aprendizagem da Licenciatura em Saúde Ambiental, ESTES Coimbra, entre 2004-2006. Colabora como Docente na ESTES Coimbra, na Licenciatura em Saúde Ambiental, desde 2014. Foi Autora de vários artigos na área de Saúde Ambiental e Ocupacional. Pertenceu à Comissão Organizadora de vários eventos na área e foi moderadora e preletora de vários eventos. Desenvolve atividades como Formadora e Orientadora de Estágios na área da Saúde Ocupacional. Coimbra. E-MAIL: ana.lanca@estescoimbra.pt
(4)Susana Paixão
Especialista em Saúde Ambiental pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (ESteSC), doutoranda em Geografia e Mestre em Educação Ambiental pela Universidade de Coimbra, licenciada em Saúde Ambienta e bacharel em Higiene e Saúde Ambiental pela ESTeSC. É detentora de certificado de aptidão profissional para desempenhar as funções de Formadora e de Técnica Superior de Segurança e Higiene do Trabalho. É ainda formadora acreditada do International General Certificate (IGC) do National Examination Board on Occupational, Safety and Health (NEBOSH). De 1996 a 2003, exerceu funções de técnica de Saúde Ambiental na Direcção Regional do Ambiente do Centro, nomeadamente na área de resíduos. De 1999 a 2006 colaborou, simultaneamente, em vários cursos de formação de curta duração, nomeadamente na área da segurança e Saúde no Trabalho.
De 2003 a 2007, exerceu funções de Técnica de Saúde Ambiental no Centro de Saúde de Pombal. Colaborou, como docente, na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra de 1999 a 2006. Em 2007, passou a exercer funções de docente, a tempo integral no Departamento de Saúde Ambiental (DSA) da mesma escola. Foi Directora do DSA de maio de 2011 a junho de 2015. Presentemente é Professora Adjunta da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra, responsável pelas Relações Internacionais do DSA. Coimbra. E-MAIL: supaixão@estescoimbra.pt
(5)Ana Ferreira
Doutorada em Ciências da Saúde – Ramo de Ciências Biomédicas, Mestre em Saúde Pública e Pós-Graduada em Saúde Ocupacional, pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Licenciada em Saúde Ambiental, pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde (ESTeSC), do Instituto Politécnico de Coimbra. Detentora do certificado de aptidão profissional para desempenhar as funções de Técnica Superior de Segurança e Higiene do Trabalho.
Professora Coordenadora de Saúde Ambiental, é atualmente Vice-Presidente da ESTeSC, Presidente da Comissão Científica de Saúde Ambiental e Vereadora na Câmara Municipal da Lousã com o pelouro da Saúde e o pelouro do Ambiente e Sustentabilidade.
É autora e coautora de vários artigos científicos apresentados em congressos e publicados em revistas nacionais e internacionais na área da Saúde Ocupacional e Ambiental. Participou e pertenceu a várias comissões organizadoras de cursos, seminários, congressos e outros. Lousã. E-MAIL: anaferreira@estescoimbra.pt
Sousa M, Mendes C, Lança A, Paixão S, Ferreira A. Avaliação e Controlo de Riscos Profissionais em Morgues Hospitalares. Revista Portuguesa de Saúde Ocupacional on line. 2017, volume 4, 50-56. DOI:10.31252/RPSO.23.12.2017








